É redundante em nosso meio, falar que está acontecendo um grande excesso de ações de gestores e legisladores, este desconhecedores da real situação, em criticar e criminalizar a Motocicleta e o Motociclista, como se fossem os grandes culpados pela criminalidade em nosso País.
Até parece que a bandidagem começou hoje em nosso Brasil e no Rio. Diante a voracidade e forma incompreensível à tendência no momento é chamar o Motociclista e seu meio de transporte ao julgamento popular. A proposta que corre nos anais da Assembléia Legislativa do Rio e a proposta do Governador são formas de preconceito, de condenação precipitada da imagem COLETIVA de milhões de motociclistas e milhões de caroneiros.
Diante de tais projetos e ações que este legislador e governador pretendem apresentar como solução ao Povo, nada mais é do que um atestado de incapacidade de conhecimento Jurídico e desconhecimento da CARTA MAGNA de nossa Nação.
As atitudes propostas, não resolvem a criminalidade. Não garante segurança, não garante direito de ir e vir do cidadão e muito pelo contrário, recriminam e colocam a todos os motociclistas e seus caroneiros, sob a suspeita de BANDIDO.
A matéria, entretendo é improcedente e não deve prosperar, pois cremos que a Justiça Brasileira, possuí desígnios e pilares mais sólidos e resistirão a este tipo de afronta.
Em nome da AMO-RS, manifestamos a AMO-RJ, nosso apoio inquebrantável, que não esmoreçam e leve as autoridades do Rio, nossa posição divergente.
Que os verdadeiros homens públicos do Rio de Janeiro saibam enfrentar o crime preservando e propondo segurança pra todos, principalmente os Motociclistas que também tem direito.
Saudações Motociclistas,
A M O – R S
Associação dos Motociclistas do Rio Grande do Sul
Leandro Balardin - Presidente
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http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/01/07/cabral_estuda_decreto_impedindo_circulacao_de_motos_com_caronas-327907581.asp)
Publicada em 07/01/2008 às 23h22m
O Globo
Cabral estuda decreto impedindo a circulação de motos com caronas
RIO - Inspirado em medida adotada em Bogotá, na Colômbia, o governador Sergio Cabral estuda a possibilidade de baixar um decreto proibindo a circulação de motos com caronas no estado. Na visão do governo, os garupas são os que abordam as vítimas e atiram nelas. No vizinho sul-americano, além da proibição, os pilotos foram obrigados a usar o número da placa estampado no capacete e num colete. Radical ou não, a medida deu certo por lá. ( E você, concorda com a medida? )
Aqui, segundo Cabral, a iniciativa seria uma providência emergencial para conter assaltos como o que vitimou o médico Lídio Toledo Filho no Alto da Boa Vista , na noite de réveillon. Baleado por mototaxistas, Lídio, filho do ex-médico da seleção brasileira de futebol Lídio Toledo, está paraplégico ( saiba mais sobre o estado de saúde dele ). Cabral ressaltou que a proibição de carona é a medida mais radical e só será aplicada se outras ações - que deverão ser anunciadas hoje - não surtirem efeito. O presidente da Federação de Motoclubes do estado, Renato Pereira, acha a proposta inconstitucional.
- É uma medida de emergência. Quem vai pagar são aqueles, coitados, que têm moto, e que, infelizmente, a usam para a finalidade correta. Vamos avaliar isso e, independentemente de uma decisão radical como essa, eu acho que tem que haver um esforço - disse o governador na posse da nova diretoria da Associação do Conselho Empresarial e de Cidadania, em Niterói.
Lídio Toledo Filho e a mulher dele, Silene Trajano, foram abordados por bandidos ( veja imagens ), quando reduziam a velocidade do veículo para passar por um pardal que exigia redução da velocidade para 40 km, na na altura da Rua Raimundo Castro Maia. O médico ficou paraplégico . Uma avaliação mais detalhada da coluna só poderá ser feita com exames neurológicos realizados quando Lídio Toledo Filho estiver acordado.
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Publicado no Jornal do Brasil - Caderno Cidade - 8/1/2008
DEPUTADO PROPÕE FIM DA GARUPA NAS MOTOS
*Motociclistas consideram projeto Inconstitucional*
Com a falta de policiamento, a Alerj quer acabar com o uso de
motocicletas por criminosos na canetada. Circula pela Casa um projeto de
lei que proibe o transporte nas garupas dos veículos abaixo de 500
cilindradas. Um levantamento realizado pelo deputado Pedro Fernandes
(DEM), autor do projeto, mostra que, em determinadas regiões da cidade,
as motos estão ligadas a até 40% dos homicídios e 20% dos roubos de
carro. Os dados não comovem a Associação dos Motociclistas do Estado
(AMO-RJ), que considera o projeto inconstitucional.
Fernandes reconhece que sua proposição provocaria desemprego, mas
considera necessário "pagar um preço" pela segurança.
- È preciso abrir mão de algumas atividades com motos para reduzir a
criminalidade - defende - Nosso objetivo é fazer com que os policiais
passem a abordar as motocicletas.
*
Legislação seria federal
*
O presidente da AMO-RJ, Aloísio Braz, garante que a iniciativa será
derrubada pelo próprio Estado. Ele lembra que a legislação de trânsito é
atribuição do governo federal, e por isso, não pode receber intervenções
da Alerj. Fernandes alega que um projeto semelhante já foi discutido em
São Paulo embora não tenha sido aprovado.
- Projetos como esse sempre aparecem em anos eleitorais, quando os
deputados querem mostrar serviço - alfineta Braz - A motocicleta não é o
único veículo usado em assaltos, nem é seu condutor o bandido. Ele é a
primeira vítima quando tem seu meio de transporte roubado.
Braz pode travar o projeto dentro da própria Alerj, pois sua associação
é bem cotada na Casa: Há dois anos ela recebeu a medalha Tiradentes,
mais alta condecoração estadual, a apoiou a campanha de 12 deputados,
inclusive do presidente, Jorge Picciani.
O projeto tampouco tem o apoio de César Honorato, diretor do
observatório urbano da UERJ, que o acusa de criminalizar a motocicleta:
- Seria melhor mais eficácia à fiscalização e apreender veículos
irregulares, que tem apelo maior entre os criminosos.